quinta-feira, 19 de junho de 2008
Podemos fazer a diferença...
(autor desconhecido)
A professora Teresa conta que no seu primeiro dia de aulas parou em frente aos seus alunos do 5º ano e, como todos os demais professores, disse-lhes que gostava de todos por igual. No entanto, ela sabia que isto era quase impossível, já que na primeira fila estava sentado um rapaz chamado Ricardo.
Ela, aos poucos, notou que ele não se dava bem com os colegas da classe e muitas vezes as suas roupas estavam sujas e cheiravam mal.
Houve até momentos em que ela sentia um certo prazer em dar-lhe notas baixas ao corrigir as suas provas e trabalhos.
Ao iniciar o ano lectivo, era solicitado a cada professor que lesse com atenção a ficha escolar dos alunos, para tomar conhecimento das anotações. Ela deixou a ficha do Ricardo para último. Mas quando a leu foi grande a sua surpresa...
Ficha do 1º ano:
“Ricardo é um menino brilhante e simpático. Os seus trabalhos estão sempre em ordem e muito nítidos. Tem bons modos e é muito agradável estar perto dele.”
Ficha do 2º ano:
“Ricardo é um aluno excelente e muito querido dos seus colegas, mas tem estado preocupado com a sua mãe que está com uma doença grave e desenganada pelos médicos. A vida no seu lar deve estar a ser muito difícil.”
Ficha do 3º ano:
“A morte da sua mãe foi um golpe muito duro para o Ricardo. Ele procura fazer o melhor, mas o seu pai não tem nenhum interesse e depressa a sua vida será prejudicada se ninguém tomar providências para ajudá-lo.”
Ficha do 4º ano:
“O Ricardo anda muito distraído e não mostra interesse algum pelos estudos.
Tem poucos amigos e muitas vezes dorme na sala de aulas.”
Ela deu-se conta do problema e ficou terrivelmente envergonhada...
E ficou pior quando se lembrou dos lindos presentes de Natal que ela recebera dos alunos, com papéis coloridos, excepto o do Ricardo, que estava enrolado num papel de supermercado. Lembrou-se que abriu o pacote com tristeza, enquanto as outras crianças se riam ao ver que era uma pulseira à qual faltavam algumas pedras e um frasco de perfume pela metade. Apesar das piadas ela disse que o presente era precioso e pôs a pulseira no braço e um pouco de perfume sobre a mão. Naquela ocasião Ricardo ficou um pouco mais de tempo na escola do que o costume. Relembrou-se, ainda, que ele lhe disse: - A senhora está perfumada como a minha mãe! E, naquele dia, depois de todos se irem embora, a professora chorou durante bastante tempo... De seguida, decidiu mudar a sua maneira de ensinar e passou a dar mais atenção aos seus alunos, especialmente ao Ricardo. Com o passar do tempo ela notou que o rapaz só melhorava. E quanto mais ela lhe dava carinho e atenção, mais ele se animava. Ao finalizar o ano lectivo, o Ricardo foi o melhor da classe.
Seis anos depois, recebeu uma carta do Ricardo contando que havia concluído o secundário e que ela continuava a ser a melhor professora que tivera. As notícias repetiram-se até que um dia ela recebeu uma carta assinada pelo Dr. Ricardo Stoddard, o seu antigo aluno, mais conhecido como Ricardo. Mas a história não terminou aqui... Tempos depois recebeu o convite de casamento e a notificação do falecimento do pai de Ricardo. Ela aceitou o convite e no dia do casamento usou a pulseira que recebeu do Ricardo anos antes, e também o perfume. Quando os dois se encontraram, abraçaram-se longamente e Ricardo disse-lhe ao ouvido: “Obrigado por acreditar em mim e me fazer sentir importante, demonstrando-me que posso fazer a diferença.” E com os olhos banhados em lágrimas sussurrou: “Engano teu! Depois que te conheci, aprendi a leccionar e a ouvir os apelos silenciosos que ecoam na alma do educando. Mais do que avaliar as provas e dar notas, o importante é ensinar com amor mostrando que é sempre possível fazer a diferença...”
(Autor Desconhecido)
A professora Teresa conta que no seu primeiro dia de aulas parou em frente aos seus alunos do 5º ano e, como todos os demais professores, disse-lhes que gostava de todos por igual. No entanto, ela sabia que isto era quase impossível, já que na primeira fila estava sentado um rapaz chamado Ricardo.Ela, aos poucos, notou que ele não se dava bem com os colegas da classe e muitas vezes as suas roupas estavam sujas e cheiravam mal.
Houve até momentos em que ela sentia um certo prazer em dar-lhe notas baixas ao corrigir as suas provas e trabalhos.
Ao iniciar o ano lectivo, era solicitado a cada professor que lesse com atenção a ficha escolar dos alunos, para tomar conhecimento das anotações. Ela deixou a ficha do Ricardo para último. Mas quando a leu foi grande a sua surpresa...
Ficha do 1º ano:
“Ricardo é um menino brilhante e simpático. Os seus trabalhos estão sempre em ordem e muito nítidos. Tem bons modos e é muito agradável estar perto dele.”
Ficha do 2º ano:
“Ricardo é um aluno excelente e muito querido dos seus colegas, mas tem estado preocupado com a sua mãe que está com uma doença grave e desenganada pelos médicos. A vida no seu lar deve estar a ser muito difícil.”
Ficha do 3º ano:
“A morte da sua mãe foi um golpe muito duro para o Ricardo. Ele procura fazer o melhor, mas o seu pai não tem nenhum interesse e depressa a sua vida será prejudicada se ninguém tomar providências para ajudá-lo.”
Ficha do 4º ano:
“O Ricardo anda muito distraído e não mostra interesse algum pelos estudos.
Tem poucos amigos e muitas vezes dorme na sala de aulas.”
Ela deu-se conta do problema e ficou terrivelmente envergonhada...
E ficou pior quando se lembrou dos lindos presentes de Natal que ela recebera dos alunos, com papéis coloridos, excepto o do Ricardo, que estava enrolado num papel de supermercado. Lembrou-se que abriu o pacote com tristeza, enquanto as outras crianças se riam ao ver que era uma pulseira à qual faltavam algumas pedras e um frasco de perfume pela metade. Apesar das piadas ela disse que o presente era precioso e pôs a pulseira no braço e um pouco de perfume sobre a mão. Naquela ocasião Ricardo ficou um pouco mais de tempo na escola do que o costume. Relembrou-se, ainda, que ele lhe disse: - A senhora está perfumada como a minha mãe! E, naquele dia, depois de todos se irem embora, a professora chorou durante bastante tempo... De seguida, decidiu mudar a sua maneira de ensinar e passou a dar mais atenção aos seus alunos, especialmente ao Ricardo. Com o passar do tempo ela notou que o rapaz só melhorava. E quanto mais ela lhe dava carinho e atenção, mais ele se animava. Ao finalizar o ano lectivo, o Ricardo foi o melhor da classe.
Seis anos depois, recebeu uma carta do Ricardo contando que havia concluído o secundário e que ela continuava a ser a melhor professora que tivera. As notícias repetiram-se até que um dia ela recebeu uma carta assinada pelo Dr. Ricardo Stoddard, o seu antigo aluno, mais conhecido como Ricardo. Mas a história não terminou aqui... Tempos depois recebeu o convite de casamento e a notificação do falecimento do pai de Ricardo. Ela aceitou o convite e no dia do casamento usou a pulseira que recebeu do Ricardo anos antes, e também o perfume. Quando os dois se encontraram, abraçaram-se longamente e Ricardo disse-lhe ao ouvido: “Obrigado por acreditar em mim e me fazer sentir importante, demonstrando-me que posso fazer a diferença.” E com os olhos banhados em lágrimas sussurrou: “Engano teu! Depois que te conheci, aprendi a leccionar e a ouvir os apelos silenciosos que ecoam na alma do educando. Mais do que avaliar as provas e dar notas, o importante é ensinar com amor mostrando que é sempre possível fazer a diferença...”
(Autor Desconhecido)
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quinta-feira, 5 de junho de 2008
A Visita de um escritor à nossa escola
Somos uma turma engraçadaQue gosta de estudar
Com a língua bem afiada
Sempre pronta a relatar!...
3º Ano Turma A
No âmbito do Plano Nacional de Leitura, no dia 6 de Maio, pelas 16h 30m, assistimos a uma palestra sobre o livro “Boa noite, Mariana”. O escritor era Amadeu Sousa e a sua filha Mariana Sousa.
O pai e a filha fizeram este livro em conjunto.
O local onde contactámos o escritor foi na sala de música da nossa escola.
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A sala estava enfeitada com desenhos e cartazes das turmas do 1º, 2º, 3º e 4º Anos alusivos às histórias contidas no livro.Nós fizemos várias perguntas ao escritor e à sua filha, ela era envergonhada. Depois desta sessão de esclarecimento, o escritor e a sua filha deram autógrafos, só a quem teve o livro “ Boa noite, Mariana”.
Seguidamente viemos para a sala felizes e achámos que tudo foi muito interessante porque um livro é sempre magnífico para todas as idades.
O livro tem várias histórias, todas muito interessantes. A nossa turma trabalhou a história “O diário de Liliana”, com esta história aprendemos que na vida há situações difíceis que temos que saber enfrentar e resolver.
O autor deixou-nos a seguinte mensagem “Temos que nos esforçar e trabalhar muito para conseguirmos aquilo que queremos”.
Quem sabe um de nós poderá, um dia, ser um escritor?...
Um livro é sempre um amigo!
3º Ano Turma A
EBI Arnoso Santa Maria
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segunda-feira, 2 de junho de 2008
Mensagem do professor Agostinho Carvalheira
Parabéns pela iniciativa do BLOGUE... A Biblioteca da nossa Escola está cada vez melhor ao Dinamizar o conhecimento. Já lá vai o tempo em que se pensava que o conhecimento era estanque, repartido em compartimentos muito bem delineados... "tudo se conecta com tudo" e essa vossa abertura de espírito permite ao CONHECIMENTO fluir pelos vossas bibliotecas.
"O conhecimento torna a alma jovem e diminui a amargura da velhice. Colhe,
pois, a sabedoria. Armazena suavidade para o amanhã" -Leonardo da Vinci
Professor: Agostinho Carvalheira
"O conhecimento torna a alma jovem e diminui a amargura da velhice. Colhe,
pois, a sabedoria. Armazena suavidade para o amanhã" -Leonardo da Vinci
Professor: Agostinho Carvalheira
terça-feira, 20 de maio de 2008
«O Principezinho» no Teatro Rivoli. (cont.)

No dia 29 de Abril os alunos da EB1 de Aldeia Nova-Lemenhe deslocaram-se de comboio ao Porto para ver a peça “O Principezinho” de Filipe La Féria, baseada na obra com o mesmo nome de Antoine Saint Exupery. Foi uma experiência muito interessante e bastante divertida. Gostámos de muito de viajar de comboio mas sobretudo da peça de teatro que fomos ver. Estava um dia um bocadinho frio mas o entusiasmo de ir até ao Porto era muito. Correu tudo muito bem e até os crachás que levamos para nos identificar estavam a combinar com a ocasião. Com esta experiência aprendemos e vimos muitas coisas que queremos partilhar com vocês aqui neste blog.
Turma do 3º C
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Gostei muito de ver esta peça porque os cenários eram interessantes e as roupas dos personagens também, em especial a do “Principezinho” que parecia ter acabado de sair do livro…
Maria – 3º C
O “Principezinho” é uma criança que queria mostrar aos adultos que as crianças também compreendem e sabem coisas. Ao longo da sua viagem viveu várias aventuras que o ensinaram muito. Numa dessas aventuras apareceu uma raposa que lhe ensinou que o essencial os olhos não vêem mas o coração sente, e que para uma verdadeira amizade é preciso saber “cativar”.
Rafaela – 3ºC
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A parte da peça que eu mais gostei foi aquela em que o“Principezinho” e o seu companheiro de viagem aprenderam um pequeno/grande segredo:
Aquilo que os olhos não vêem, vê o coração.
Eu agora, também tento ensinar o que aprendi às outras pessoas.
Joel – 3º C
A criança que fez o papel de “Principezinho” fez uma excelente representação do que é ser uma criança sonhadora, curiosa e que achava os adultos “uns seres muito esquisitos”.
Pedro – 3º
O Principezinho na sua viagem passou por um planeta onde vivia o acendedor de candeeiros.
Esse homem nunca tinha tempo para nada, pois passava os dias a acender candeeiros.
Adriana - 3º C
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quinta-feira, 15 de maio de 2008
«O Principezinho» no Teatro Rivoli.

No dia 29 de Abril os alunos da EB1 de Aldeia Nova deslocaram-se ao Porto para ver a peça « O Principezinho», em cena no Teatro Rivoli.
Foi muito engraçado!
A minha personagem preferida foi a raposa, o Principezinho e a flor!
A minha parte preferida foi quando o Principezinho foi visitar o planeta do bêbado, o planeta do rei e os outros planetas.
Estou ansiosa para ler o livro.
Joana Catarina - 2º B
A parte que eu gostei da peça foi aquela em que a raposa disse:
- Os olhos são invisíveis para as coisas boas!
O Principezinho quis tentar explicar a todas as pessoas que para ver as coisas boas temos de usar o coração e não apenas os olhos.
Marta Sofia – 2º B
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A mensagem que o Principezinho nos quis transmitir foi que os olhos são cegos para ver as coisas boas e só vêem coisas más, só o coração é que vê coisas boas.
Aida Isabel – 2º B
Olá, amigos!
Querem saber como foi o teatro do Principezinho?
Lá no teatro apareceu o aviador, o Principezinho, o bêbado, o senhor de negócios, o dos candeeiros, a cobra, a senhora dos remédios, o vaidoso, o rei e a raposa.
Foi muito divertido e muito engraçado.
Inês Sofia Oliveira Coelho – 2º B
A parte que gostei mais foi quando o principezinho e o seu amigo aviador estavam no deserto cheios de sede. O aviador ficou aflito mas o principezinho disse que iam encontrar um poço porque a raposa disse que os olhos vêem as coisas más e não vêem as coisas boas.
Cláudia Inês Araújo – 2º B
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A peça «O Principezinho» foi maravilhosa.
Sabem qual foi a parte que gostei mais?
A parte em que o acendedor de candeeiros andou às voltas com o seu candeeiro.
João Pedro da Silva Sá
Eu gostei muito da parte do bailarino porque ele dançava e gostei muito do bêbado porque bebia muito.
Adriana Filipa Faria Vale - 2º B
A parte que mais gostei foi aquela em que a menina estava a vender os comprimidos para acalmar a sede das pessoas.
Joana Paula Falcão da Costa
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A peça foi muito bonita e gostei quando o principezinho disse ao público que as coisas importantes não se viam com os olhos mas sim com o coração.
Diogo Filipe Silva-2ºB
Adorei ver a viagem que o Principezinho fez ao planeta do rei, ao planeta do vaidoso, do bebedor, do homem de negócios, do geógrafo, e claro, ao nosso planeta, onde conheceu a serpente e a raposa.
Tenho a certeza que vou gostar de ler o livro.
Henrique Manuel – 2º B
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“O LEITOR DO MÊS” - Abril
Vencedores do Mês de Abril
Ana Filipa Pereira Ferreira - 3º C – EB 1 DE Lovares - Telhado
Obra – Aldeia das flores de António Mota
Ana Catarina Fernandes Oliveira - 4º C - EB 1 de Arnoso Santa Eulália
Obra – Ai o safado do rapaz de Renata Gil.
Parabéns!
Equipa da Biblioteca
Ana Filipa Pereira Ferreira - 3º C – EB 1 DE Lovares - Telhado
Obra – Aldeia das flores de António Mota
Ana Catarina Fernandes Oliveira - 4º C - EB 1 de Arnoso Santa Eulália
Obra – Ai o safado do rapaz de Renata Gil.
Parabéns!
Equipa da Biblioteca
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O leitor do mês
terça-feira, 6 de maio de 2008
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